

Lyra, 18 anos, Campo Grande MS. Estudo jornalismo, 2º ano. Já toquei em 3 bandas de rock de diferentes tipos. Amo Gabriel García Marquez e sorvete de pistache. Sou rata de livros, e notívaga incorrigível que
quer ser uma escritora. Amo a
cor vermelha, gatos, cachorros e hamsters, e quase todos os animais. Ouço
bastante música, toco
violão toscamente, namoro um quase-biólogo e a coisa que mais quero
nessa vida é morar sozinha.
Bruh.
Erika.
Strange Feelings.
Amy.
Aline
Lenore.
Melissa.
André.
Elis.
Gabii.
Carol M.
Monólogo Destrutivo.
Unifolha.
Patrão saiu.
Jornal A-Side.


Quinta-feira, Março 20, 2008
Lista
E voltei! Layout novo, porque tudo precisa mudar, melhorar, evoluir.
Coisas preciosas que me fizeram feliz nos últimos dias e que fico imensamente feliz de dividir com vocês:
Um: O nome dela é Pan, ela é uma gata que saltita feliz em cima de mim o dia inteiro, que eu beijo e abraço e chamo de "neném das trevas". É toda rajada e com o peito e as patinhas brancas, cinza e com a pelagem meio esverdeada, parece uma jaguatirica, ainda mais quando tá vivendo 'o terror do gato atacado'. Adotei-a sábado pela manhã e foi amor à primeira vista, e comprei uma briga enorme aqui em casa por causa dela (o gato respira e o povo acha errado e vem me encher o saco!). Depois descobri que esse tipo de gato não é simplesmente "rasga-saco". É de raça! sim! uma raça unicamente brasileira! duvida? então clica aqui. Link para um artigo muito legal sobre o Pêlo-Curto Brasileiro. (sem contar que você pode ter uma noção de como a Pan é antes que eu tire fotos da criaturinha).
Dois: Agora estou oficialmente estagiando. Fiz uma prova semana passada com outros 15 negos que pleiteavam as duas bolsas no jornal on-line UNIFOLHA, e passei. Não sei como, nem porque, nem quando, nem quem sou eu, mas eu sei que vou ganhar dinheiro e pagar todas as despesas da filha Pan (talaimon, dora, tanal, queca, ou o que você quiser) e ninguém vai encher meu saco mais.
Três: Já estou na minha... hum... banda de rock número 4. Depois da Usura (a número 3) eu sei que jurei que nunca mais ia ter banda e que ía começar a pensar em outras coisas, mas não deu. Uma vez no rock, sempre no rock. Mas agora estou mais confiante de que vai ser mais legal porque vejo interesse nos integrantes de não largarem tudo na minha mão, de fazer uma coisa em conjunto (tá junto, tá junto, é o rock). Por enquanto, ensaiando e tirando uns covers legais.
Quatro: Acho que ano passado eu conheci pessoas realmente legais. Que estão ficando na minha vida de mansinho, e espero que nunca saiam. Uma dessas pessoas vai ficar porque falo com ela sobre tudo, e é uma amiga que não encontro tão legal há tempos. Outras pessoas são garotos que são tão fodas e tão fofos que vão ao supermercado comigo e me ajudam a decidir qual absorvente levar: o do pacote amarelo, ou o do pacote verde?
ciao!
Ausente
Não só aqui no blog. Em muitas coisas.
E peço desculpas por esse lapso de tempo e espaço no qual estou presa. Em contra peso continua valendo aquilo que acredito piamente como uma regra de vida, uma faísca interior que me anima mais do que tudo: a minha vontade. Eu não me permito fazer um exercício tão bom e delicado como escrever sem estar com vontade de fazê-lo. Acho que tem tanta coisa nessa nossa vida que nos é imposto e obrigado que obrigar a si próprio, como bater um cartão de comportamento, vontade e alma, é uma coisa meio idiota e contraditória.
Gosto tanto do teclamaldita, vocês nem sabem... é meu espaço. Ultimamente tenho lutado por isso, pelo meu espaço, só que físico. Escolho com cuidado o que vou colocar aqui, que palavras irão borbulhar na tela. Escolho as figuras e efeitos do layout com carinho, e faço tudo no meu próprio tempo. Acho que é por isso que demora. Talvez valha a pena. Fazer tudo com calma e atenção, a despeito da pressão e do caos que insistem em pontuar nossas vidas.
Tenho escrito pouco, e estou meio arredia com as coisas da faculdade, mas ao mesmo tempo confiante de que vai melhorar. Vai porque estou querendo e lutando por isso. Esse ano eu irei ajudar a editar meu primeiro jornal impresso, o Unifolha. Vocês sabem, o primeiro sutiã e a primeira matéria de jornal...
Me despeço prometendo mudanças, ouvindo Pixies e ainda presa numa gripe/resfriado que tá parecendo seriado americano: nunca tem fim!
take care.